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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Carros de destaque do filme Velozes e Furiosos.

Estamos a 1 dia da estreia do Velozes e Furiosos 7, e nada melhor que relembrar um pouco alguns carros que marcaram presença em todos os filmes da série.


Mitsubishi Eclipse



Dodge Charger R/T



Toyota Supra



Honda Civic Coupe 



Nissan Skyline




Mazda RX-7 / Honda S2000 / Nissan Skyline / Toyota Supra


Plymouth Superbird


Mazda RX-7



Mitsubishi Lance Evo



Mitsubishi Spyder 



Nissan 350Z / Nissan Silvia 


Nissan Skyline



Mitsubishi Lancer Evo


Toyota Supra






Toyota Supra

Quem nunca ouviu falar sobre o famoso Toyota Supra, principalmente com motor 2JZ, de cor laranja, que fez parte do filme Velozes e Furiosos ( The Fast and The Furious), pilotado pelo Brian O'Conner ( Paul Walker).

Abaixo as fotos do carro, após a história desse modelo espetacular:





O Toyota Supra é um veículo esportivo da marca Toyota, de linhas agressivas e com um aerofólio para gerar sustentação negativa e dar mais esportividade ao desenho do carro. Japonês equipado com muita tecnologia, dispõe de controle de tração e uma excelente capacidade de frenagem.
O carro surgiu em 1979, com desenvolvimento baseado na plataforma do Toyota Celica, porém com algumas características próprias e que viriam mais tarde serem as responsáveis pelo sucesso que o carro alcançou. As primeiras diferenças que se notaram foram em tamanho, pois o Supra era mais comprido e largo que o Celica. Mecanicamente recebeu suspensão independente nas quatro rodas, bem como freio a disco também nas quatro.
Todavia, a mais marcante alteração em relação à plataforma do Celica ficou por conta do motor adotado, um 6 cilindros em linha e 2.6 litros, que foi o primeiro motor Toyota a receber injeção eletrônica de combustível (estamos falando de 1979?), desenvolvido especialmente para ele e que recebeu a designação 4ME. Esta primeira geração ficou conhecida por MA46 ou Mark I. Em 1981, ainda na sua primeira geração, um novo motor de 2.8 litros SOHC passou a equipar o carro, dando início ao processo que faria nascer a segunda geração de Supras.
Em 1982 a Toyota lança a segunda geração conhecida como Mark II e ainda sob o nome de MA61 Celica Supra, mas com uma série de novidades que só mais tarde o Celica viria a incorporar, como os faróis escamoteáveis e o aerofólio incorporado à carroceria, como o novo motor de seis cilindros e também 2.8 litros, porém com duplo comando no cabeçote (DOHC) e que desenvolvia 145 cavalos de potência, já suficientes para fazê-lo acelerar aos 100km/h em menos de 8,5 segundos e ultrapassar a barreira dos 200 km/h. Um ano após o lançamento desta geração, o seu motor recebe mais algumas modificações, chegando aos 150 cavalos.
A terceira geração (Mark III) vem em 1986 e é que a que ficou célebre por inaugurar uma nova fase do Supra que recentemente havia ultrapassado a marca de 20 milhões de unidades! O nome Celica vai embora e o carro ganha independência total da sua plataforma. Novo trabalho no design do carro o deixa mais moderno e robusto, ainda mantendo os faróis escamoteáveis, mas com novas peças aerodinâmicas. As inovações mecânicas ficam por conta do novo motor 7M-GE de 3.0 litros de 200 cavalos que um ano mais tarde (1987) seria o primeiro carro da montadora ter um motor turbo (chamado de 7M-GTE), responsável por 233 cavalos.
Mas a "brincadeira" não parou por aí, fazendo com que a palavra de ordem dentro da Toyota passa-se a ser "performance", tanto que em 1987 o carro passa a ser o seu primeiro veículo a ser equipado com ABS. Em 1990 mais alterações e mais um novo o motor (1JZ-GTE) de 6 cilindros, 2.5 litros e desta vez biturbo, gerando 280 cavalos e já capaz de levar o Supra aos 250 km/h com limitador eletrônico de velocidade.
Mas foi apenas em 1993 que a quarta e definitiva geração (Mark IV) foi lançada. Com ela mais tecnologia e mais novidades para os afoitos apaixonados pelo carro. Desta vez duas opções de motorização, sendo uma de 6 cilindros (2JZ-GE), 3.0 litros e 24 válvulas com duplo comando no cabeçote com controle variável de abertura das válvulas, responsável por 223 cavalos de potência, e outra (2JZ-GTE) com as mesmas características, porém com dois turbos sequenciados que rendiam 324 cavalos de potência.
Equipado com câmbio manual de 6 velocidades Getrag, o Supra bi-turbo exportado para os países que não fazem exigência do limitador eletrônico de velocidade, alcança 285 km/h (com o limitador eletrônico chega a 250 km/h) e acelera de 0-100 km/h em 4.6 segundos. Porém nos diversos países europeus e mesmo nos EUA - um grande mercado para o Supra - as regulamentações de emissão de poluentes, impuseram restrições a carros como ele e alguns de seus concorrentes, fazendo com que em 1999 suas vendas fossem encerradas.
Atualmente em apenas alguns países da Oceânia e no próprio Japão pode-se ter o privilégio de comprar um Supra Zero Km. Há três modelos no mercado japonês que diferem basicamente em termos de acessórios e que tem sua potência reduzida a 280 cavalos por regulamentações internas. A versão de exportação permanece com os 324 cavalos, responsáveis por fazer desta máquina, um objeto de desejo dos aficionados por carros.

Russia anunciá projeto de super-rodovia de quase 20 mil km.

Estrutura ligaria a Europa aos Estados Unidos


A Russian Railways apresentou um projeto que prevê a construção da maior rodovia do mundo. O Trans-Eurasian Belt Development (TEPR) preconiza o estabelecimento de uma estrada de incríveis 19.995 quilômetros de extensão, que ligaria a Europa (desde Londres) aos Estados Unidos (chegando a Nova Iorque).

De acordo com Vladimir Yakunin, presidente da Russian Railways, as vias já existentes seriam naturalmente aproveitadas, incluindo aquela que corta todo o território russo e tem 9.980 km. Além das estradas, seriam feitas uma nova rede de linhas de trem e novos óleo e gasodutos.

Caso seja aprovado, o projeto pode criar, segundo Vladimir Fortov, chefe da Academia de Ciência Russa, de 10 a 15 indústrias, novas cidades e um número expressivo de empregos em diversos países.

Porsche 911 GT

Porsche não irá usar turbo nos próximos 911 GT
Próxima geração continuará naturalmente aspirada

A Porsche confirmou que não irá adotar turbo nos motores dos próximos 911 GT. A segunda geração do esportivo, baseada no 991, continuará com blocos naturalmente aspirados, segundo Andreas Preuninger, gerente da divisão de carros de alto desempenho da marca alemã.

“Os modelos GT3 são naturalmente aspirados, ponto”, disse Preuninger ao ser questionado porque não adotar o turbo nestes modelos como será feito em outros da marca. “Quando todos vão para uma direção eu, pessoalmente, gosto de ir para outra”, completou o executivo.

Outra característica exclusiva dos modelos GT3 sob controle de Preuninger é o fato de ter que mudar as marchas manualmente. Detalhes sobre qual motor seria utilizado não foram revelados, e deixou em aberto a possibilidade de não usar a caixa automática de dupla embreagem.

“Estamos conversando sobre reintroduzir o câmbio manual e eu espero ter o ouvido da direção da companhia”, encerrou Andreas, em entrevista dada à Autocar.

Toyota Supra Híbrido

Toyota Supra pode não chegar como híbrido


Rumores indicavam que a Toyota poderia criar uma versão híbrida do novo Supra, com lançamento previsto para 2017. Mas a hipótese já começa a ser descartada, uma vez que o superesportivo deverá utilizar o motor BMW turbo de seis cilindros.

De acordo com a revista Car and Driver, a variante híbrida, cotada para o novo BMW Z4, também será "abandonada" pela parceira alemã. Assim, o modelo seria equipada com motores de quatro e seis cilindros. 

A expectativa é de que o Toyota Supra, inspirado no FT-1 Concept, já esteja disponível para vendas em 2018.

Honda Civic hatch será modelo global

A Honda confirmou que a nova geração do Civic hatch será produzido na Inglaterra. De acordo com a marca, a planta de Swindon, vai funcionar como uma espécie de centro global de produção.

Assim, o modelo não vai se restringir apenas ao mercado europeu, uma vez que a ideia é comercializa-lo também nos Estados Unidos. Para intensificar a produção, a intenção da Honda é investir 275,5 milhões de euros na fábrica inglesa. Enquanto, a fabricação do CR-V europeu será transferida para o Canadá.



"MR. BEAN" COLOCA À VENDA MCLAREN F1.

O superesportivo foi fabricado em 1997 e o modelo é exclusivíssimo, com apenas 106 unidades no mercado




O ator Rowan Atkinson, conhecido por interpretar o desajeitado Mr. Bean, colocou à venda o seu McLaren F1 por R$ 31 milhões. O superesportivo foi fabricado em 1997 e o modelo é exclusivíssimo, com apenas 106 unidades no mercado.
O F1 passou por muita história na mão do ator. Nos últimos 18 anos, o carro rodou aproximadamente 66 mil quilômetros e se envolveu em dois acidentes. O mais marcante aconteceu em 2011, quando Atkinson perdeu o controle e bateu em uma árvore, destruindo toda a parte traseira. Na época, ele precisou pagar R$ 3,5 milhões para consertar o carro. No caso de um supersportivo tão raro, qualquer reparo sai barato diante do valor final.
Em uma entrevista para o site Goodwood Road and Racing, o ator contou que decidiu vender o F1 para que outra pessoa pudesse apreciá-lo. Atkinson é apaixonado por automóveis e tem na garagem uma Ferrari, um Aston Martin e um Rolls-Royce.
Em 1998, o McLaren F1 foi considerado o carro mais rápido do mundo. O motor BMW 6.0 V12 com, potência de 627 cv e 62,9 kgfm de torque faz com que o superesportivo chegue aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos. O melhor, contudo, é a velocidade máxima de 387 km/h. Até a chegada do Bugatti Veyron, o F1 tinha a majestade de ser o mais rápido automóvel de produção do mundo.